não é amor. é paixão. é isso que me irrita, que me faz perder instantes do meu pensamento. a questão é sempre a mesma como seria se a minha paixão tivesse oportunidade de habitar no teu coracão? não sei lidar com ela, nunca sube. gostava de ter a tua facilidade de esquecer as coisas, não sei, pelo menos fingir que elas não existem. joguei ao mundo um conjunto de palavras que descrevem aquilo que sinto. arrependo-me de o ter feito. o tempo não volta atrás, para conseguir meter esta paixão longe de mim, de ti, de todos. não te posso crucificar, foste a vitima. tenho medo de me proibir a voltar a jogar como joguei. o mundo está contra mim, contra a minha paixão, contra o meu coração. as coisas foram ditas em vão, o pássaro de fogo, ainda nem chegou. pedi-lhe que queimasse todas as lembranças, planos e desejos. não quero saber se fiz bem ou não, tu também não quiseste saber em que estado é que foi. ninguém compreende, ninguém me consegue livrar deste atormento, tu conseguirás? com certeza que não, so a distância o conseguirá.

somos todos iguais, mas cada um diferente á sua maneira.
ResponderEliminarfizes-te o que o teu coração, aquilo que o teu coração sente, mandou fazer, por isso só tens que virar a página e sentir que o que fizes-te foi o certo puto.
anarita.
certo não foi. acabei com uma amizade, a culpa até não pode ser minha, mesmo sabendo como seriam as coisas, não evitei tal situação. podia ter ido por outro rumo, mas os caminhos não são certamente, confiantes. não posso fazer mais nada, o que está feito, feito está. não vou fazer mais nada, pois, aquilo que fiz só me desmonstrou a pessoa por quem me iludi. obrigado por tudo o apoio coração, não me vou esquecer. amo-te bomboca pequena!
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